Saúde
julho 21, 2014 postado por Blog do Cachorro


Raiva em cães – Raiva canina

Conheça quais são os sintomas da raiva canina e aprenda a diagnosticar possíveis sintomas em animais acometidos pela Raiva

Raiva Canina – Quais são os tipos de Raiva canina? Quais os sintomas que os cães com raiva apresentam? Quais os sintomas e os tratamentos para Raiva em cães?

A raiva ou hidrofobia é uma doença infecciosa que afeta o cérebro e a medula espinal e pode se desenvolver em todos os mamíferos, incluindo cães, gatos e seres humanos. A raiva é causada por um vírus da família Rhabdoviridae, gênero Lyssavirus, que se aloja nos nervos periféricos seguindo para o sistema nervoso central (medula,cerebelo e cérebro) e encaminhando-se a seguir para as glândulas salivares, onde irá se multiplicar. Apesar de ser uma doença prevenível, há uma boa razão para que a palavra “raiva” cause medo nas pessoas. A doença tem sido relatada em todos os lugares do mundo, exceto na Austrália e na Antártida. Anualmente, a raiva provoca a morte de mais de 50.000 pessoas e milhões de animais em todo o planeta. Uma vez que os sintomas aparecem, a doença evolui para óbito. A raiva é uma das zoonoses mais conhecidas pelas pessoas e existem registros que indicam que uma morte é causada por raiva a cada 10 minutos no mundo. No entanto, também especula-se que apenas cerca de 15% das pessoas expostas irá contrair a doença. Os seres humanos, gatos e cães são apenas levemente suscetíveis à doença.

Raiva em cães - Raiva canina

Tudo sobre a Raiva em cães – Raiva Canina ou Hidrofobia

Raiva Canina – Como meu cachorro pode pegar raiva?

A raiva canina é uma doença muito grave e em 99,9% dos casos é incurável, a raiva canina como a raiva humana é causada por um vírus que afeta especificamente a matéria cinzenta do cérebro do cachorro e seu sistema nervoso central. A principal forma de transmissão entre os cães é através da mordida de um cachorro ou outro animal que seja portador da doença, como ratos, esquilos, coelhos, porquinhos-da-índia, gambás, hamsters e morcegos. Partículas virais infectadas são expelidas nas glândulas salivares do animal raivoso a fim de disseminar o vírus através de sua saliva.

Animais que têm raiva secretam grandes quantidades de vírus em sua saliva, como já vimos, a raiva é transmitida aos cães, principalmente através da mordida de um animal infectado. No entanto, também pode ser transmitida através de um arranhão ou simplesmente através da saliva infectada entrando em contato com mucosas ou uma ferida aberta, ou machucado recente. O risco é maior, caso seu cão ou qualquer animal de estimação acabe sendo exposto a animais selvagens. Os portadores mais comuns do vírus da raiva no mundo são morcegos. A raiva é relatada em quaisquer espécies domésticas, portanto se você também tem gatinhos em sua casa, é importante se certificar de que eles também estejam vacinados e é sempre interessante mate-los dentro de casa ou com passeios supervisionados, como fazemos com os cachorros. Muito raramente um cachorro pode pegar raiva através da inalação de gases que escapam da decomposição de carcaças de animais. Contrair o vírus dessa forma é raro, mas pode ocorrer, muitas vezes em cavernas com grandes populações de morcegos, onde o vírus é generalizado. Isso pode ser uma preocupação para cães de caça.

Uma vez que o vírus da raiva se instala no corpo do cachorro, irá replicar-se nas células dos músculos, e depois se espalhar através das fibras nervosas mais próximas, que incluem todos os nervos periféricos, sensoriais e motores, o vírus da raiva a partir de então, atinge o sistema nervoso central. O vírus pode levar até um mês para se desenvolver, mas uma vez que os sintomas começaram, o vírus progride rapidamente.

Como já citamos anteriormente, a raiva é uma doença infecciosa e inflamatória, mas também tem como característica, ser uma zoonose e pode portanto, pode ser transmitida aos seres humanos.

Raiva Canina – Quais cães sofrem maior risco de contrair raiva canina?

Cães não vacinados que podem passear na rua sem supervisão de seus donos, estão mais suscetíveis a pegar raiva canina. Cães que podem sair sozinhos, estão expostos a animais selvagens e também acabam tendo uma maior chance de brigar com cães de rua, ou gatos infectados.

Raiva Canina – Qual o risco de se contrair raiva?

;O morcego é o maior responsável pela disseminação da Raiva no mundo

O morcego é o maior responsável pela disseminação da Raiva no mundo

Pessoas que trabalham envolvidas com a vida selvagem, veterinários, e ecoturistas são as pessoas que correm maior risco de exposição a animais contaminados pelo vírus da raiva. Felizmente, existe uma vacina que está disponível também para proteger pessoas que estão no grupo de alto risco. Os animais que entram em contato com a vida selvagem se não forem vacinados, correm um risco eminente de contaminação. Embora o risco de entrar em contacto com o vírus em áreas urbanas seja mínimo, ainda assim ele existe. Devido ao fluxo de cargas intermunicipais e inter estaduais, ou mesmo mercadorias de importação vindas em navios de outros países, há sempre o risco de exposição ao vírus caso algum pequeno animal acabe viajando de forma clandestina.

Raiva Canina – Quais são os principais sintomas de raiva canina?

Entre os principais sintomas da raiva canina podemos citar:

  • Salivação excessiva (hipersalivação) ou saliva espumosa;
  • Alterações de comportamento, timidez incomum ou agressão;
  • Febre;
  • Convulsões;
  • Hidrofobia  (horror à água);
  • Aerofagia (sensação de falta de ar ou “estrangulamento”);
  • Incapacidade de engolir;
  • Mudança no tom da pelagem;
  • Falta de coordenação muscular;
  • Excitabilidade excessiva;
  • Irritabilidade constante, ou mudanças de atitudes e comportamento;
  • Paralisia na mandíbula e laringe;
  • Levando a seguir a um quadro de paralisia.

 

Como se diagnostica a raiva em cães?

A forma atual de diagnosticar a raiva em cães é submeter o cérebro a exames no microscópico. Infelizmente, o único diagnóstico preciso para confirmar a raiva é feito através de um teste de imunofluorescência direta pós-mortem realizado em laboratório. Algumas novas técnicas de testes, utilizando pele e ou amostras de sangue, estão sendo estudados e utilizados em pesquisas, estes testes iniciais tem se mostrado a promissores como uma forma de detectar seres humanos e animais que tenham sido expostos ao vírus da Raiva. No entanto, estes exames ainda estão em fase de desenvolvimento e ainda não são usados como forma de diagnóstico da doença.

Os cães que desenvolvem raiva, deixam de ser alegres e passam a apresentar um comportamento retraído e visivelmente triste. Como já falamos aqui a raiva é uma doença sem cura e pode ter algumas formas distintas de manifestação, são elas:

  • raiva furiosa;
  • raiva muda ou paralítica;
  • raiva intestinal.

 

Raiva Canina – Conheça os Tipos de raiva Canina

Após o cachorro ser mordido ou entrar em contato com o vírus, ele poderá demorar até 60 dias para desenvolver a doença. Este período de “encubação” do vírus é o mesmo para seres humanos, cachorros e outros animais. O cachorro contaminado por raiva canina, pode apresentar 3 tipos de raiva. Na fase inicial, (prodrômica) da infecção por raiva, o cão irá demonstrar apenas sinais leves de anormalidades do sistema nervoso central. Esta fase dura de um a três dias. A maioria dos cães em seguida progride para o estágio paralítico, ou uma combinação de dois tipos de raiva, enquanto outros sucumbem à infecção, sem apresentar quaisquer sintomas principais.

Tipos de Raiva Canina – Raiva Furiosa

A Raiva Furiosa é considerada o tipo mais comum de raiva que acomete os cães. A princípio o animal apresenta um comportamento apático por algumas horas este período é chamado de “melancólico” e pode durar até 3 dias. A característica mais marcante deste estágio da doença é a mudança do comportamento do cachorro, em geral eles começam a fazer coisas muito diferentes do habitual. Em geral o cachorro procura esconder-se embaixo dos móveis ou atrás deles, busca ficar em lugares escuros e dificilmente responde quando seus donos chamam. Outra característica marcante é a hiperatividade, cachorros com raiva, cavam o chão intensamente, também costumam latir ou até morder o ar sem ter um motivo aparente. Também é provável que o cachorro fique lambendo ou mordiscando intermitentemente o lugar onde foi mordido. Em geral cachorros também não comem, mas podem acabar desenvolvendo coprofagia. O cachorro também procura água o tempo todo, mas não consegue beber e saliva bastante. O próximo estágio caracteriza-se por uma fase de grande excitação e irritabilidade. Existem relatos de animais que chegam a fugir de casa e não retornam, podendo atacar outros animais que vivem soltos pelas ruas. A seguir o cachorro tem a paralisia da laringe e faringe com salivação excessiva. Depois de 3 ou 4 dias, acontece a paralisia que evoluí para morte.

Tipos de Raiva Canina – Raiva Muda

A Raiva Muda começa a se manifestar com os mesmos sintomas da Raiva Furiosa em seu período inicial. O cachorro fica sonolento, em estado entorpecido. Diferente da Raiva Furiosa, não apresenta instabilidade com momentos de hiperatividade, na verdade a calma que o animal transparece é extrema. Logo depois a doença evolui e o cachorro começa a demonstrar  paralisias, uma das paralisias mais marcantes neste tipo de raiva canina é a do no maxilar, o cachorro fica com aparência de estar com o queixo caído e mantem a boca aberta o tempo todo. Infelizmente os sintomas evoluem até levar o cachorro à morte.

Tipos de Raiva Canina – Raiva Intestinal

A Raiva Intestinal é a raiva canina mais rara, o animal que contrai este tipo de raiva, não demonstra sinais de agressividade e tão pouco paralisia. Apenas apresenta vômitos, cólicas e gastroenterite hemorrágica. no entanto este tipo de raiva evolui muito rapidamente e o cachorro morre em até 3 dias.

Este é um vírus de ação rápida. Existem relatos que os períodos máximos de incubação, podem variar até 6 meses em cães e 12 meses de pessoas. Se não for tratado imediatamente após a contaminação, o prognóstico não é positivo. Portanto, se o seu cão entrou em uma briga com outro cachorro, ou caso ele tenha sido mordido ou arranhado por outro animal, leve seu cachorro a um veterinário para um consulta imediatamente. Mesmo se você tenha apenas uma suspeita que seu cachorro tenha entrado em contato com um animal raivoso. Mesmo animais que tenham sido vacinados contra raiva podem acabar desenvolvendo a doença, portanto apenas um veterinário estará capacitado para diagnosticar seu cachorro.

Se você suspeitar que seu cão contraiu raiva, chame seu veterinário imediatamente. Se por acaso você imaginar que não é seguro, pois seu cão está apresentando comportamento agressivo, tente levá-lo em uma caixa transporte, ou ligue para que o veterinário venha buscar seu cachorro. Em caso de suspeita de contaminação por raiva é indicado que seu cachorro seja internado e fique sob observação.

A raiva pode ser confundida com outras doenças que também podem causar o comportamento agressivo.

Existe tratamento para raiva?

Vacina contra raiva - vacinação antirrábica em cães

Vacina contra raiva – vacinação antirrábica em cães

Não existe nenhum tratamento para raiva. A vacinação preventiva ainda é a melhor maneira de manter seu cachorro livre desta doença. Se o cachorro foi vacinado contra a raiva, é importante que o proprietário leve consigo a carteirinha de vacinação quando for consultar seu veterinário. Se alguém entrar em contato com a saliva de um cachorro supostamente raivoso, ou que tenha sido mordido ou sido arranhado por um cachorro supostamente contaminado pelo vírus da raiva canina, é importante aconselhar a pessoa a entrar em contato com um médico imediatamente para iniciar um tratamento preventivo. Infelizmente, a raiva é sempre fatal para os animais não vacinados, geralmente ocorrendo dentro de 7 a 10 dias a partir do momento que os primeiros sintomas aparecem.

Quando um cachorro não vacinado é mordido por um animal raivoso com diagnóstico confirmado, este animal precisará ficar de quarentena por um período longo,  já um animal vacinado que tenha mordido ou arranhado um ser humano, tem indicação para ser monitorado durante 10 dias.

Como limpar o local onde tinha um cachorro contaminado com raiva?

É fundamental desinfetar qualquer área que o animal possa ter infectado (especialmente com saliva), utilizando água sanitária. É muito importante que ao manipular um cão que supostamente tenha raiva, ou ao limpar o local onde um animal raivoso tenha estado, a pessoa tome todos os cuidados possíveis para não ficar exposta ao contato com a saliva.

Raiva em cachorros – Considerações finais

Evite que seu cachorro pegue raiva

Evite que seu cachorro pegue raiva

No Brasil, o morcego é o principal responsável pela raiva continuar se propagando pela cadeia silvestre, no entanto a doença é considerada erradicada nos principais centros urbanos e portanto extremamente rara. Os cachorros, em regiões isoladas, continuam sendo transmissores da doença. Outros transmissores de raiva silvestre são: o cachorro-do-mato, o gato-do-mato, a raposa, o guaxinim mão-pelada, entre outros. A raiva também pode ser transmitida, embora mais raramente, por via respiratória, sexual e de mãe para filho.  Também existem relatos de transmissão por via digestiva em animais.

Não existe tratamento comprovadamente eficiente para a raiva, nem para humanos nem para os cachorros. Raros pacientes conseguem sobreviver à doença, e a maioria deles fica com sequelas graves.

Vacinas produzidas em cultura de células, que são consideradas mais seguras e eficientes, já estão disponíveis na rede pública brasileira desde 2003. Trata-se de uma vacina opcional que é indicada para pessoas que estão envolvidas em situações de risco.

Felizmente Portugal não faz parte dos países afetados pela Raiva Canina. A vacina contra a raiva é recomendada apenas para pessoas que precisam viajar para áreas de risco, principalmente no caso de turistas ou profissionais que terão contato próximo ou direto com animais silvestres, entre eles, destacam-se os espeleólogos e os médicos veterinários, mas também é recomendada a vacinação para pessoas que irão conviver com animais selvagens ou fazer turismo ecológico.

A vacina contra a Raiva visa proteger os indivíduos que possam vir a estar expostos ao vírus da raiva. A administração é feita através de 3 doses, que devem ser administradas com um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Pessoas que trabalham ou estão expostas frequentemente a situações de risco de contágio pela raiva, necessitam fazer reforços a cada 2 anos.

Existem também, algumas vacinas disponíveis para grandes animais. A dúvida sobre a vacinação de animais exóticos é comum. Não há produtos aprovados para a maioria das espécies exóticas (exceto furões), no entanto, a vacina anti rábica canina é usada em algumas espécies no intuito de oferecer alguma proteção. A vacinação de animais exóticos ou híbridos  deve ser tratada individualmente, em cooperação entre veterinários e autoridades de saúde pública local. Manter um animal selvagem é sempre um ação de alto risco, afinal estes animais podem ser portadores do vírus da raiva, como micos e macacos, muito comuns em regiões urbanas no Brasil, por isso não é nem um pouco recomendado.

Qualquer animal de estimação que tenha sido mordido ou arranhado por qualquer, mamífero selvagem ou um morcego deve ser considerado como tendo sido expostos à raiva. O animal deve ser colocado em estrito isolamento durante 6 meses e deverá ser vacinado um mês antes de ser liberado. Os animais com vacinas vencidas precisam ser avaliados  caso a caso. Cães e gatos que estão vacinados e foram expostos ao vírus da raiva, são mantidos sob observação.

Quando um animal morde um humano, o animal se puder ser capturado, deverá ficar em quarentena durante um período de pelo menos dez dias para assegurar que ele não tem raiva. Independente do animal ter sido vacinado. Os requisitos da quarentena podem variar de região para região. Pessoas tenham sido expostas a um animal raivoso podem tomar um vacina pós-exposição na intenção de proteger-se caso o animal esteja contaminado pelo vírus da raiva. Qualquer pessoa quando for mordida por um animal deve lavar o ferimento cuidadosamente com água e sabão e procurar atendimento médico imediatamente.

Todos os animais de sangue quente têm maior risco de contrair a raiva, no entanto, algumas espécies são muito mais resistentes do que outros. A transmissão do vírus é quase sempre através da mordida de um animal raivoso. Há uma variedade de sintomas diferentes e uma vez contraída não existe cura, e a doença quase sempre evoluí para morte A raiva é uma doença que pode ser evitada através da vacinação. Embora relativamente rara em humanos, o risco de contraí-la existe, e para que a raiva canina, não assombre você e sua família, é essencial vacinar seu cachorro ou seu gatinho de acordo com a determinação de seu veterinário.

Em caso de quaisquer sintomas atípicos leve o seu cachorro imediatamente ao veterinário para que se faça o diagnóstico correto e para que a suspeita de raiva possa ser devidamente descartada. Nunca deixe de vacinar seu cachorro, a vacina ainda é a melhor forma de proteger seu grande amigo.

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